Assembleia Legislativa do RS tem nova composição

Assembleia Legislativa do RS tem nova composição
Janela partidária, cassação de mandatos e retorno de secretários mudaram forças políticas
Janela partidária, cassações de mandatos e retorno de deputados licenciados mudaram a composição da Assembleia Legislativa. Com as movimentações, alguns partidos perderam representação no parlamento enquanto que outros duplicaram seus tamanhos. O resultado das mudanças altera o cenário do parlamento e muda o peso político pelos próximos meses.

Quase no término da janela partidária, o PSDB ganhou dois novos integrantes: Rodrigo Maroni e Neri, O Carteiro. Com isso, o partido ultrapassou o PL – que recebeu um número expressivo de filiados – e assumiu o posto de quarta maior bancada na Casa. Além disso, Faisal Karam deixou a bancada tucana com a volta de Luiz Henrique Viana, que comandava a secretaria de Meio Ambiente. A troca de partido dos parlamentares resultou na perda de representação de duas legendas na Casa: PSC, de Maroni, e Solidariedade, de Neri.
Antes com dois deputados, o PL fechou o mês com cinco parlamentares e ocupa agora o lugar do PTB como a quinta maior bancada na Assembleia. Em contrapartida, o PTB ficou apenas com Elizandro Sabino.

O Republicanos dobrou de tamanho. Com a chegada de Franciane Bayer, vinda do PSB, e Tenente Coronel Zucco (que por um breve momento se filiou ao PL) ficou com quatro deputados. A bancada ainda ganha uma particularidade, assim como o PT: ter duas deputadas.

O PP aumentou com a entrada de Vilmar Lourenço, vindo do União Brasil. Além disso, Silvana Covatti, que comandava a pasta da Agricultura, reassumiu seu mandato, ocasionando na saída do suplente Marcus Vinicius. Com o retorno da deputada, a Assembleia passa a ter 11 deputadas exercendo mandato.
O União Brasil recebeu dois novos integrantes: Dirceu Franciscon e Aloísio Classmann. Thiago Duarte, que era do Dem, decidiu permanecer na legenda. No MDB, o suplente Clair Kuhn deixa a vaga para que Juvir Costella (então secretário de Logística) reassumisse o mandato.
Março também foi marcado por duas cassações: Luís Augusto Lara (PTB), pelo TSE; e Ruy Irigaray (PSL/UB), por quebra de decoro parlamentar.
Fonte: Correio do Povo

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